No modelo verticalizado[8], não existem registradores. Por esse motivo, o operador do ccTLD também lida diretamente com os usuários, acumulando o papel de registrador único. Nesse modelo, o operador tem custos mais elevados, por assumir mais atribuições. Ademais, os preços para os usuários tendem a ser maiores, por não haver competição (UIT, 2008). Por ser o operador um monopolista natural (BUSH; HUTER; WENZEL, 2006), qualquer serviço adicional prestado por ele gera uma barreira à entrada e pode desencorajar a prestação desses serviços por outras empresas.

Quando você compra um nome de domínio, você comprá-lo e registrá-lo com uma empresa registradora de nome de domínio, Geralmente por um ano, mas você tem a opção de comprar por até dez anos, se necessário. Você tem a opção de fazer o Who é privado no nome do domínio, o que significa que se alguém fez uma pesquisa para ver quem possuía o nome de domínio, isso ficaria oculto.


A UDRP (Política de resolução uniforme de disputas por nome de domínio) foi adotada pelos registradores credenciados à ICANN em todos os gTLDs (.aero, .asia, .biz, .cat, .com, .coop, .info, .jobs, .mobi, .museum, .name, .net, .org, .pro, .tel e .travel). Processos de disputa sobre registros de nomes de domínio considerados abusivos (por exemplo, “cybersquatting”) podem ser iniciados por um detentor de direitos de marca comercial. A UDRP é uma política estabelecida entre um registrador e seu cliente e é incluída nos contratos de registro para todos os registradores credenciados à ICANN.
Em função do desenvolvimento da rede mundial de computadores, e pelo fato de os países terem se tornado mais conscientes quanto a sua importância, um número crescente de governos passou a interessar-se pela gestão ou supervisão de seus códigos nacionais de domínios de primeiro nível (OCDE, 2006). Além disso, os nomes de domínios passaram a chamar a atenção dos estados nacionais especialmente pela constatação de que muitas vezes essa infraestrutura crítica estava sendo administrada por atores privados de maneira independente do poder público.
- envio da documentação: cópia do documento da entidade (CNPJ – domínios para pessoas jurídicas – ou CPF – domínios para pessoas físicas); pessoas jurídicas, enviar cópia do contrato social, juntamente com as últimas alterações; estatuto e ata de eleição; e procuração de Fé Pública (estabelecida em cartório) com o fim específico para a transferência do contato da entidade (quando a pessoa que irá assinar a carta não for sócio/proprietário).
No Brasil, para todos os domínios com final .br, o registro é feito pelo Registro.br, departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Para registrar um domínio, é necessário ser uma entidade legalmente representada ou estabelecida no Brasil como pessoa jurídica (Instituições que possuam CNPJ) ou física (CPF) que possua um contato em território nacional.
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